Neste blog irei compartilhar com você todo conhecimento sobre tipos diferentes de alisamento capilar

Alisamento capilar Apostila de alisamento capilar Elaborada pelo professor José Maria Pereira de Oliveira Há 21 anos como profissional da beleza, tendo sua empresa situada em Balneário Camboriú – Santa Catarina a mais de 9 anos onde vive a mais de 14 anos, casado a 10 anos. Sua esposa Joanice Castro sempre ao seu lado dando o suporte necessário para que todos seus projetos estejam alinhados, Educador a mais de 10 anos, e a 5 anos com seu centro técnico, ele trouxe a 1 ano a existência a empresa Vitrine Hair Professional que cuidará da parte de elaboração de produtos cosméticos com a garantia de qualidade e confiança. ii Agradecimento: • Agradeço ao meu Deus que sempre me dá sabedoria que preciso para levar até cada um de vocês o que mudará definitivamente suas vidas. • A minha esposa que sempre me motiva a ir além dos meus limites. • A cada um de vocês que acreditam no meu trabalho e vem depositando confiança e tendo a mim como inspiração. História sobre alisar cabelos: • COMO SURGIU E QUEM INVENTOU O ALISAMENTO CAPILAR?

• E ai chegou a hora de aprender sobre os alisamentos capilares.

• Então vamos lá!! • Foi só em 1950 que as substâncias químicas viraram protagonistas mundial. O primeiro alisamento comercializado mundialmente

iii Foi a base de soda cáustica, ou seja, o hidróxido de sódio foi bastante usado nos Estados Unidos. O ativo, aplicado até hoje, foi adaptado em 1914, pela empresa Relaxer. Entretanto, só nessa década passa a ser usado pelas famosas como a cantora norte-americana Bette McLarin entre outras e ganha fama mundial. No Brasil, a novidade chega na mesma década. Antes disso, o alisamento nos fios surge em 1930, e é feito mecanicamente com um aparelho chamado cabelisador: Uma haste de metal levada à brasa ou ao fogão.

• Depois de quente, o acessório era aplicado no cabelo e pronto, tinha sua textura modificada, mas sem eliminar, de fato, as ondulações, como usava a atriz Greta Garbo. É claro que esse processo tão arcaico causava danos, ainda mais que naquela época não havia protetores de calor.

• Acidentalmente, em 1912, quando o jovem inventor e empresário afroamericano Garret August Morgan, trabalhando com máquinas de costura em sua recém-inaugurada alfaiataria, negócio que ele tinha aberto com a esposa Mary, que tinha experiência como costureira, descobriu um líquido que impedia de fazer a máquina de costura queimar tecidos enquanto costurava o que era um problema comum na época, subsequentemente notou que os cabelos do pano ficavam retos com a solução. Depois de testar a sua solução com um bom efeito no pelo de um cão vizinho, Morgan resolveu testar em si mesmo. Quando isso funcionou, ele rapidamente estabeleceu a G. A. Morgan Cabelo Refining Company e passa a comercializar um creme alisante para os cabelos para os afro-americanos.

• A empresa foi incrivelmente bem sucedida, trazendo segurança financeira a Morgan e permitindo-lhe perseguir outros interesses, enganando seus clientes racistas, se passando por índio e escondendo suas origens, em uma época em que o racismo era justificado por teorias racialistas, que subjugavam a auto-estima e reconhecimento de negros e negras. Suas propagandas eram impregnadas do racismo latente da época. Com a promessa de “melhorar” a aparência e “tratar” o cabelo crespo.

iv • Em 1940: Chega ao Brasil a moda do pente quente, processo ainda mecânico parecido com o cabelisador. Só em 1960 houve um boom do alisamento e uma queda em 1970 com a era hippie, era o tempo do black power, de Jackson 5, em que a espontaneidade e o orgulho do cabelo dominava o cenário. Correndo na contramão, a empresa Relaxer lança o Lye Relaxer, alisamento com hidróxido de potássio. Entretanto, o ativo era muito agressivo e danificava demais as madeixas, causando até alopecia. “Coloque em prática o que aprender aqui e se tornará um expert em alisamentos capilares.” Neste livro sobre alisamento você vai estudar o que abrange a mundo dos alisamentos capilares.

Por José Maria Pereira de Oliveira

Copyright (2020) Ano da parada mundial =, pandemia Covid-19 ( em meio a este caos, veio a inspiração para criar um conteúdo rico em informações sobre alisamentos capilares. Não é legalmente permitido reproduzir, duplicar ou transmitir qualquer parte deste documento em meios eletrônicos ou impressos. A gravação desta publicação é estritamente proibida.

vii Este livro é dedicado a: Todos os meus alunos e aqueles que me acompanha e gosta do meu trabalho.

viii Sumário:

I. Primeiro capitulo: Tudo sobre o fio de cabelo;

II. Segundo capitulo: Tricologia capilar;

III. Terceiro capitulo: Cosmetologia básica;

IV. Quarto capitulo: Hidróxidos;

V. Quinto capitulo: Tioglicolato de amônia,

VI. Sexto capitulo: Henê; VII. Sétimo capitulo: formol;

VIII. Oitavo capitulo; Escovas a base de ácidos;

IX. Informações e busca do material aqui colocado.


Introdução História Antes do alisar cabelos A história vem um pouco antes do liso.


Durante o período medieval, os cabelos ganhavam volume através do uso de elaboradas perucas. Em 1875, o francês Marcel Grateau desenvolveu a técnica de uso de ferros para moldar e ondular cabelos No início do século XX, mulheres passaram a se libertar dos afazeres domésticos, invadiram o mercado de trabalho e, consequentemente, o mercado consumidor. Sendo assim, a libertação das mulheres foi fundamental para o sucesso dos cosméticos. Historicamente, diferentes tipos de materiais foram empregados com o objetivo de mudar a aparência física dos cabelos e obter fios mais liso. Por muito tempo, o alisamento dos cabelos era somente possível com o calor: o tão desejado cabelo liso era alcançado pelo método do “pente quente” (hot pressing, peinado caliente ou hot comb). Um pente metálico era altamente aquecido em fogão ou brasa e passado repetidamente pelo cabelo até obter o alisamento desejado. Para auxiliar nessa operação, utilizava-se uma mistura de parafina e vaselina, com o predomínio da última, que além de atuar como lubrificante para o deslizamento do pente quente, favorecia a transmissão de calor. Este é um método temporário provocado pela temperatura do pente, que podia chegar a até 250oC° Além da alta tensão e temperatura a que os fios de cabelos eram submetidos, causando ruptura, a forma lisa não era muito estável e tendia a destruir-se com a umidade, por exemplo, provocada por chuva ou pelo suor, de modo que o cabelo revertia ao estado natural Os diversos materiais graxos ou gordurosos, aplicadas desde a antiguidade, formavam um revestimento protetor para os fios, impedindo a absorção de água e, consequentemente, retardavam a volta da ondulação dos cabelos. Entretanto, não proporcionavam qualquer melhora realmente significativa e definitiva ao alisamento dos. Por representar um método barato e pela facilidade de poder ser realizado em casa, dispositivos mais modernos e seguros para o alisamento a quente foram criados, fazendo com que este método seja utilizado até os dias atuais. Entretanto, a alta temperatura ao qual o cabelo é submetido apresenta riscos aos usuários. Os produtos destinados ao alisamento dos cabelos foram primeiramente desenvolvidos para realizar-se a ondulação permanente dos fios e posteriormente esses produtos foram aplicados ao alisamento. A primeira solução química destinada à alteração da aparência física dos cabelos foi desenvolvida por volta de 1940 e consistia em uma preparação a base de hidróxido de sódio ou hidróxido de potássio com amido, entretanto era altamente irritante ao couro cabeludo.


PARTE I: Analogia do liso perfeito. Ao estudar sobre alisar cabelo você vai perceber que existe complexidade sobre o assunto. Neste caso é importante que estude de forma aplicativa para que observe os resultados na ação e não nas palavras ditas aqui. Uma vez que você aprende a estudar aplicando e pesquisando terá mais capacidade de avaliar decisões a serem tomada a partir de experiências próprias e não taxativas. Estude com seriedade e dedicação, faça desta apostila sua aliada aos erros e acertos que virão daqui pra frente em sua vida. Busque inspirar – se em quem está dando certo e nos resultados que estas pessoas estão oferecendo.


Capítulo Um:

Tudo sobre o fio de cabelo:

Observe e aprenda como é o fio de cabelo e como a química age dentro ou fora dele Estrutura capilar (Pêlos) Conhecer a estrutura do fio de cabelo e sua formação bioquímica é essencial para o entendimento do mecanismo de ação dos princípios ativos utilizados nos produtos para alisamento pois estes agem diretamente sobre a estrutura química dos fios de cabelos para a obtenção de seu efeito alisante. Os pêlos são produções queratinizadas da epiderme, sutis e flexíveis, que recobrem uma vasta zona cutânea. Não apresenta função vital para os sres humanos, ou seja, pode-se viver sem eles sem qualquer prejuízo a fisiologia humana. Entretanto, possuem funções como proteção da luz solar, proteção térmica, aumento da percepção tátil e proteção de orifícios, tais como nariz e Existem três tipos de pêlos: lanugo, velos e o terminal. O lanugo, ou lanugem, são pêlos desenvolvidos durante o período fetal, se tornando claramente visíveis após a 20ª semana. Velo é um pêlo fino e claro que substitui, após o nascimento, o pêlo fetal. Os velos persistem na maior parte do corpo, exceto nas axilas e regiões pubianas, onde são substituídos na puberdade. Os pêlos terminais são mais espessos e pigmentados, quando comparado com os velos, compreendendo os pêlos do couro cabeludo (cabelos), axilas, face (sobrancelha, cílios, barba, bigode) pubis Extremidades. Os pêlos recebem diversos nomes, dependendo da superfície que recobrem, tais como: cabelo, quando presentes na cabeça; bigode, sobre a parte externa do lábio superior; barba, sobre o queixo e bochechas de um homem adulto; entre outros. Dentre esses, os cabelos têm fundamental importância na vida de homens e mulheres, dada a aparência estética que proporcionam e suas alterações, tais como alopecia ou hirsutismo, podem acarretar problemas psicossociais. Além disso, possuem valor sobre a personalidade dos seres humanos, sendo frequentemente associado à autoestima e poder de atração. O pelo localiza-se no folículo piloso ou pilosebáceo, uma invaginação epitelial profunda circundada por uma rica rede vascular e nervosa. 4 A parte mais profunda do folículo piloso adquire uma forma globosa, configurando o bulbo piloso, também chamado de raiz ou origem do cabelo. Nesta mesma região, está inserido o músculo horripilador ou erector ou frenador, inserido no terço inferior do folículo piloso e responsável pela mudança no aspecto dos pêlos causado pelo frio, emoção ou cólera. O fundo do folículo piloso, formado pelo bulbo piloso, produz células cujo empilhamento e a queratinização dão origem a haste capilar, de modo incessante, a zona superior do folículo envolve o pêlo, sem aderir a ele. As células epiteliais do bulbo piloso formam a matriz germinativa, que futurmente, originam os pêlos. A medida que as células proliferam na matriz germinativa, são empurradas para a superfície, tornando-se queratinizadas e constituindo a haste do pêlo, parte visível do cabelo. Assim, o folículo piloso assemelha-se a uma glândula holócrina cuja secreção é o pêlo. No folículo pilosebáceo também se encontra canais, chamados ductos sebáceos, que irrigam a haste do cabelo com a oleosidade natural produzida pelas glândulas sebceas anexadas a cada folículo piloso. As glândulas sebáceas estão, portanto, distribuídas por uma vasta região da pele, com exceção das palmas das mãos e plantas dos pés, regiões desprovidas de pelos, A forma do folículo piloso determina a forma do cabelo nas diferentes raças, não tendo nenhuma relação com a sua estrutura bioquímica. Assim, o folículo piloso em forma de espiral define a forma crespa do cabelo afro, o folículo reto define o cabelo espetado em haste reta, dos orientais e o caucasiano tem o folículo piloso intermediário. A haste do cabelo, portanto, é um longo cilindro altamente organizado, formado de três partes principais: medula, córtex e cutícula, na ordem de dentro para fora. As três camadas da fibra capilar. A medula encontra-se na região central do fio de cabelo e é formado por células anucleadas. Não possui função estabelecida para o fio de cabelo, mas sabe-se que a medula existe apenas em cabelos terminais. O córtex é a parte mais espessa da haste, ocupa a maior parte da área do cabelo, compondo cerca de 90% da massa capilar. É formado por células epiteliais fusiformes, ricas em queratina e unidas entre si no sentido da haste pilar. O córtex determina a forma do cabelo e é responsável pela resistência


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